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Ads e mídia programática, conheça as principais diferenças entre elas

29/04/2021 13:00:55

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O que difere a mídia programática das mídias ditas tradicionais, ou Ads, é que a compra de mídia programática é feita via software, como um formato de leilão em tempo real, sem que seja necessário contatos ou negociações com donos de sites ou intermediários comerciais. Os dados obtidos por esse software permitem que os anúncios sejam mais segmentados, com base em informações do perfil do usuário e no momento em que ele se encontra na jornada de compra.


Mas até aqui estamos falando de operação de compra de mídia, e talvez você queira saber qual delas é melhor para o seu objetivo, ou quais as vantagens de desvantagens de Google Ads e mídia programática.


As duas são mídias complementares, e ambas oferecem boas alternativas para que as marcas alcancem e impactem uma audiência mais qualificada possível para seus anúncios online. E quando passamos para a questão de não invadir o espaço dos usuários de forma agressiva, os dois tipos de mídia oferecem boas vantagens e garantem essa abordagem quase que natural do consumidor.


Então como entender a diferença entre Ads e programática e fazer a melhor opção para a operação dos seus anúncios? Vamos fazer um comparativo com o Google Ads, para exemplificar:


Google Ads

O Google Ads (antigo Adwords), plataforma de publicidade do Google, permite criar anúncios em páginas e ferramentas do próprio Google com base em cookies e palavras-chave, para que as marcas se destaquem nas pesquisas de forma paga, aparecendo para uma audiência mais fiel ao público-alvo da marca, mais segmentada. 


Mídia Programática

Podemos usar a mesma mecânica descrita acima, para definir a mídia programática, mas existe uma grande diferença que é a que traz mais impactos na hora de escolher (lembrando que, como dito no início, as duas se complementam): o Google Ads, assim como outros Ads, também é mídia programática.

Porém, a programática não funciona com a mesma mecânica de Ads. No Google, por exemplo, você paga por número de cliques no anúncio, estabelecendo previamente até quanto quer pagar por aquele clique. O alcance e a segmentação vão depender desse limite estabelecido.


Mas e se a mesma audiência está disponível tanto em Ads, como em mídia programática? 


Nesse caso, o aproveitamento oferecido pela mídia programática é maior, por oferecer mais formatos de entrega e escala de inventário, mas sem descartar a possibilidade de usar Ads como complemento, com foco em targets específicos.


Falando mais especificamente sobre aproveitamento de investimento, quando você anuncia no Google Ads, por exemplo, você tem apenas as opções de CPM e CPC. Com a mídia programática é possível ir além, deixando a estratégia de mídia mais refinada e rentável.


Os formatos de Google Ads estão mais focados em banner IAB e display dinâmico. Já na mídia programática podemos ter a entrega para o target em display, vídeo, áudio de Streaming, CTV, aplicativos, entre outros locais.


As segmentações de Google Ads são focadas em sites, clusters de mercado, acessos do Google Analytics e bases de clientes. Já na mídia programática podemos usar todas essas fontes de dados, como também dados de uma DMP e clusters third-party de uma infinidade de fornecedores.


A mídia programática também auxilia na performance, gerando leads ou vendas. Isso porque ela impacta consumidores captados pela navegação, através de cookies,  selecionados por seus interesses em comprar determinado produto ou serviço, o que pode ser trabalhado com retargeting nas campanhas de mídia paga.


Indicada para todos os tipos de negócios, a mídia programática traz inúmeros benefícios como aumentar o reconhecimento e despertar o desejo de compra dos usuários, ampliando o fluxo no site de pessoas com o perfil dos consumidores do anunciante.


Vale considerar também que a programática alcança uma amplitude muito maior do que apenas uma rede, como o caso do Google Ads. Ao cruzar canal, formato, criativo, ad exchange e audiência, temos combinações poderosas que só a programática pode fornecer para uma segmentação ainda mais precisa.

 

Tanto Mídia Programática quanto Mídia Ads, como Social Ads, Facebook Ads e Google Ads, usam segmentação de público e compra automatizada, mas a principal diferença (e talvez a mais importante!) está na assertividade do alcance.

Já deu pra perceber que a mídia programática veio para ficar, não é mesmo? E para você compreender melhor o motivo desse sucesso, fizemos um resumo dos principais pontos que diferem a operação entre a mídia programática e o modelo tradicional de compra de mídia digital:

 

  • Os Ads focam mais em banners IAB e display dinâmico, com limitação de formatos, enquanto a programática é mais flexível e personalizável.

  • A programática tem filtros muito mais refinados para segmentação e acesso a mais bancos de dados, que ajudam a selecionar o público, além de dados demográficos e geolocalização.

  • As estratégias de hyperlocal da programática possibilitam apontar endereços específicos, como shoppings e regiões segmentadas.

  • Enquanto o Ads se limita à sua rede de anúncios (mesmo que isso não seja pouca coisa), a programática se beneficia de várias outras, entregando também em DOOH (digital out of home), CTV e aplicativos diversos, como Spotify.

Mas vale reforçar que, embora a mídia programática traga mais vantagens, nada impede de você veicular a sua campanha das duas formas, uma complementando a outra.

 

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